Associação Comercial pede que comércio seja classificado como serviço essencial

A entidade formalizou uma solicitação por ofício endereçado ao governador, Reinaldo Azambuja e ao Secretário de Saúde, Geraldo Resende

 

A Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) pediu ao governo do Estado e à Secretaria Estadual de Saúde para que o comércio e estabelecimentos de serviço em geral sejam incluídos na lista de serviços essenciais.

A entidade, que representa mais de 8 mil empresas associadas, formalizou a solicitação por meio de ofício endereçado ao governador, Reinaldo Azambuja e ao secretário de Saúde, Geraldo Resende, na última sexta-feira (18).

O setor alega que estão sendo prejudicados com decretos estaduais que restringem as atividades econômicas, medidas que auxiliam no fechamento de empresas e encerramento de postos de trabalho.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Renato Paniago, explica que o ofício é mais uma alternativa para sensibilizar os gestores estaduais de que o comércio não pode ser penalizado pela atual situação da pandemia.

“Reforçamos o compromisso da entidade em contribuir com o poder público na construção de soluções viáveis que possam equilibrar as medidas de combate à covid-19 e recuperar os prejuízos causados pela crise em nosso Estado”, apontou Paniago.

No documento, a entidade justifica que os estabelecimentos que seguem as medidas sanitárias não podem ser responsabilizados pelo aumento da pandemia no Estado.

“O exercício das atividades comerciais realizadas com adoção dos protocolos de biossegurança não representa risco ao contágio do vírus”, diz o documento.

A ACICG também defende que a manutenção das atividades comerciais é essencial para as políticas públicas de preservação da economia, da cadeia de suprimentos e do abastecimento da população.

Devido a isso, a Associação Comercial solicitou que também sejam enquadradas como atividade essencial os restaurantes, shoppings, os comércios atacadistas e varejistas não especificados nas demais classificações, além de cabeleireiro, barbearia, salões de beleza e afins, e outras prestações de serviços não discriminadas nas demais classificações.

 

 

fonte: correiodoestado
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