Campanha de vacinação contra sarampo terá “Dia D” em duas etapas

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Campanha será lançada oficialmente amanhã em MS, com presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta

Para esta campanha, secretaria alerta para “dose zero” na tríplice viral (Foto/Divulgação)

A campanha nacional de vacinação contra sarampo será lançada amanhã (7), em Campo Grande, com presença do Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A imunização será feita em duas etapas, de 7 a 25 de outubro e, posteriormente, de 18 a 30 de novembro.

O lançamento oficial será na Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser. Na primeira etapa, em outubro, serão vacinadas as crianças de seis meses a até cinco anos de idade. O “Dia D” foi marcado para dia 19 de outubro.

Na segunda fase serão imunizados adultos na faixa de 20 a 29 anos de idade, sendo que o “Dia D” será em 30 de novembro. A meta é atingir pelo menos 95% de cobertura vacinal de rotina, de forma homogênea, do público-alvo a ser vacinado.

Durante a campanha nacional de vacinação de 2018, Mato Grosso do Sul atingiu 99,63% de cobertura vacinal contra o sarampo, imunizando 157.502 crianças.

Cuidados – para esta campanha, a Secretaria de Estado de Saúde faz diversas recomendações, entre elas a de que devido à situação emergencial do sarampo, as crianças na faixa etária de seis meses até 11 meses e 29 dias devem receber uma dose da vacina tríplice viral (dose zero) e essa dose não será validada para a rotina.

Nesta situação, deve-se agendar a dose “um” a partir de 12 meses de idade, considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. As crianças na faixa etária de 12 meses a menores de cinco anos de idade, devem ter duas doses da vacina para serem consideradas com esquema vacinal completo.

Outro alerta é que as vacinas tríplice viral e dupla viral deverão ser administradas de forma seletiva, conforme o Calendário Nacional de Vacinação, sendo duas doses de 12 meses a 29 anos de idade, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses.

A administração da vacina deve ser adiada nas seguintes situações: em doenças agudas febris moderadas ou graves recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro, com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

fonte: campograndenews

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