Crise hídrica deixa contas de luz mais caras; entenda

Com a falta de água, a vasão nas hidrelétricas foi reduzida e termelétricas precisaram ser ativadas.

A crise hídrica em todo o país deixa as contas de energia elétrica mais caras. Tudo porque a vasão de água nas hidrelétricas está menor e porque foi preciso acionar as termelétricas, que dependem da queima de óleo diesel e carvão para geração de energia. O governo federal descarta apagão no país. Porém, especialistas dividem opinião.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), houve aumento de 20% na bandeira vermelha. Situação válida até novembro. De R$ 6,24 o KVH, pode chegar a R$ 7,49 o KVH. Especialistas acreditam que pode chegar a R$ 12 para suprir a demanda.

A presidente do Conselho Regional de Consumidores, Rosimeire Costa, explica que a energia das termelétricas é mais cara porque usa fósseis de preço muito elevados. “Nós vamos experimentar esse anúncio de aumento de tarifa de bandeira vermelha até novembro desse ano”.

Para economizar energia elétrica, uma das dicas, está na hora do banho. “Colocar o chuveiro na modalidade verão e banho com menos de 5 minutos”, diz Rosimeire.

A maior parte da energia produzida no país é produzida nas hidrelétricas, as quais dependem da água. Entre as outras fontes de energia está a solar, cujo Congresso Nacional debate o marco legal e a taxação do serviço.

Mato Grosso do Sul possui duas hidrelétricas e seus Pequenas Centrais Hidrelétricas, as quais alimentam o Sistema Nacional.

Sobre as termelétricas, Mato Grosso do Sul tem 18 unidades de energia através da biomassa, sendo que 13 delas exportam excedente para o Sistema Nacional Interligado, e uma termelétrica à gás.

 

 

fonte: G1
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