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Em mais um decreto, Marquinhos suspende transporte coletivo por 15 dias

O prefeito rebateu críticas de que estaria exagerando

As empresas que operam o sistema serão obrigadas a manter ônibus de plantão, nas garagens, para transportar pessoas enfermas (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

 

Em mais um decreto, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) determinará a suspensão total do transporte coletivo em Campo Grande. A regra vale a partir de amanhã e por pelo menos 15 dias.

As empresas que operam o sistema serão obrigadas a manter ônibus de plantão, nas garagens, para transportar pessoas enfermas. “Vamos divulgar onde a pessoa deve ligar, o que deve fazer”.

O prefeito defende que a medida é necessária para frear a transmissão do novo coronavírus em Campo Grande antes que a situação se torne caótica. Ao vivo no Facebook, Marquinhos disse que ele e a equipe estão atentos e usando os “bons exemplos” no mundo para tentar impedir o agravamento da pandemia.

O chefe do Executivo municipal rebateu críticas de que estaria exagerando. “Temos de pegar exemplos bons e não repetir as coisas negativas. Não é brincadeira gente, a coisa esta tomando proporção muito grande. Hoje, 627 pessoas morreram na Itália. Vou repetir, 627 pessoas morreram num só dia. A curva de contágio no Brasil, segundo especialistas, está muito parecida com a da Itália e lá, as cidades que tomaram medidas como nos estamos tomando tiveram menor impacto”, argumentou.

O prefeito disse ainda que suspendeu aulas e tomou inúmeras outras medidas proibitivas, mas percebeu que o movimento nas ruas não diminuiu. Por isso, continuará tomando providências duras. “De que adianta restringir o número de pessoas em reuniões, se num ônibus entram 40, 50 pessoas?”.

Marquinhos já recomendou o fechamento de shoppings, bancos, Camelódromo, Mercadão, comércio, academias, casas noturnas, e também bloqueou passe livre de 80 mil idosos e estudantes. Por último, também hoje, mandou fechar a Rodoviária de Campo Grande e suspender obras pela cidade para que trabalhadores da construção civil também fiquem em casa.

“Não tenho alternativa. Tenho de zelar pela sua saúde e pela saúde da sua família. É pra ficar na sua casa, não é pra ficar indo em casa de estranhos. Vamos Campo Grande, vamos nos unir”.

 

fonte: campograndenews
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