Mato Grosso do Sul assina acordo para compra de 28 milhões de doses da vacina Sputnik

O Consórcio Brasil Central assinou um acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF)

Mato Grosso do Sul assina acordo para compra de 28 milhões de doses da vacina Sputnik – Divulgação

 

Consórcio Brasil Central, do qual Mato Grosso do Sul faz parte, assinou acordo com o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) para a aquisição de 28 milhões de doses da vacina Sputnik V.

A expectativa é de que os imunizantes comecem a chegar ao Brasil ainda neste semestre, mas a vacina russa ainda precisa do aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicada.

Estudos da revista científica “The Lancet” apontaram eficácia de 91,6% para a Sputnik V, que também exige aplicação de duas doses. A eficácia geral da CoronaVac, que já é aplicada no Estado, foi apontada pelo Instituto Butantan nos testes brasileiros como 50,38%.

Já a eficácia geral apresentada pela Oxford/AstraZeneca, também aplicada em MS, foi em média de 70%, entre 62% e 90%, após a aplicação das duas doses.

Na semana passada, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) visitou a fábrica da Farmacêutica União Química, em Brasília, onde será produzida e fabricada a vacina russa.

“Essa compra é muito importante porque avança, assim que chegar essas doses, a quantidade de pessoas imunizadas em Mato Grosso do Sul e em todos os estados que fazem parte do Brasil Central”, disse Azambuja.

Integram o Consórcio os estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Rondônia e Distrito Federal.

Ministério da Saúde anunciou que pode distribuir o milhão de doses da Pfizer, previsto para chegar semana que vem, apenas entre capitais e grandes centros urbanos, por causa da dificuldade de armazenamento das doses.

O imunizante só pode ficar em freezers comuns por menos de uma semana, depois desse período, é necessário guarda-lo sob temperaturas abaixo de 60°C, muito difícil de alcançar em municípios do interior.

Se a ideia for colocada em prática, só receberão os produtos as cidades que tiverem condições de armazenar a vacina corretamente.

O município de Campo Grande informou que não dispõe de tecnologia própria capaz de armazenar as vacinas da Pfizer, mas ciente da possibilidade, desde janeiro tem feito tratativas com instituições e entidades que têm freezers com baixíssimas temperaturas para formalizar acordos que permitam o acondicionamento dos imunizantes.

“A Secretaria está em contato com a Universidade Federal para a disponibilização de freezer para armazenamento das doses, visto que lá seria o único local no município que teria um equipamento que conseguiria atingir a temperatura adequada”, disse a Secretaria de Saúde (Sesau).

fonte: correiodoestado
Espalhe por ai:

Veja Também

Decreto traz 6 regras que entram em vigor na segunda

Eventos grandes e estabelecimentos devem ter plano de contenção de riscos, mas não precisam protocolar ...

DEIXAR UM COMENTÁRIO

Política de moderação de comentários: A legislação brasileira prevê a possibilidade de se responsabilizar o blogueiro ou o jornalista responsável por blogs e/ou sites e portais de notícias, inclusive quanto a comentários. Portanto, o jornalista responsável por este Portal de Notícias reserva a si o direito de não publicar comentários que firam a lei, a ética ou quaisquer outros princípios da boa convivência. Não serão aceitos comentários anônimos ou que envolvam crimes de calúnia, ofensa, falsidade ideológica, multiplicidade de nomes para um mesmo IP ou invasão de privacidade pessoal e/ou familiar a qualquer pessoa. Comentários sobre assuntos que não são tratados aqui também poderão ser suprimidos, bem como comentários com links. Este é um espaço público e coletivo e merece ser mantido limpo para o bem-estar de todos nós.