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Monumento terá nova passarela, mas ficará inacessível para visitantes

“Cavaleiro Guaicuru” já estava fora do alcance do público há três anos

Para evitar novos casos de vandalismo, acesso ao público não será mais permitido – Bruno Henrique/Arquivo/Correio do Estado

Deve começar na próxima semana as obras de construção da nova passarela para o monumento Cavaleiro Guaicuru, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande. O espaço está fechado desde o mês devido à quarentena imposta pela pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Por R$ 109,3 mil, a obra deve durar três semanas. O nível do lago principal será baixado para fixar as pilastras que sustentarão a passarela. A estrutura manterá os visitantes distantes a cinco metros do monumento, permitindo que seja fotografado.

A passarela do Cavaleiro Guaicuru terá extensão de 14 metros e depois se abre em Y, com 5 metros para cada lado, envolvendo a ilha. Essa estrutura possibilita que os visitantes tenham uma visão perfeita do monumento por vários ângulos. As pilastras são de madeira de eucalipto tratado e o assoalho de ripas de curupixara, própria para construção de decks.

No ano passado o lago principal passou por um processo de desassoreamento, trabalhou que ainda está sendo executado, pois precisa ser recomposta parte do gabião que dá sustentação à barragem. Essa obra está sendo licitada.

DESASSOREAMENTO

As obras no Parque das Nações Indígenas começaram com o desassoreamento dos lagos, ou seja, a retirada de sedimentos do local. Essa parte foi feita pela prefeitura e resultou na retirada de 135 mil metros cúbicos de areia, com 12.500 viagens de caminhão até o local de descarte, nos fundos do Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante e População de Rua (Cetremi), no Parque dos Poderes.

Com cinco hectares, o lago principal acumulou 115 mil metros cúbicos de areia, que foram retirados em 11 mil viagens de caminhão. No lago menor foram retirados 15.474 metros cúbicos de areia.

Os investimentos para a recuperação dos lagos são divididos entre a prefeitura municipal, com R$ 8 milhões, e o governo do Estado, com R$ 3 milhões.

 

fonte: correiodoestado
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