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MS tem 406 pacientes internados com a covid e Saúde pede “medidas restritivas”

Durante live, titular da Secretaria Estadual de Saúde pediu a gestores municipais medidas como toque de recolher mais cedo

Pessoas caminham no centro de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

 

 

Boletim epidemiológico da covid-19 traz 528 infectados e seis mortes pela doença em Mato Grosso do Sul, registrados nas últimas 24 horas. Com isso, o Estado chega a 95.721 casos confirmados e 1.754 óbitos desde o início da pandemia.

O número preocupante é a quantidade de pacientes internados em hospitais em decorrência do novo coronavírus, que quase duplicou em relação à semana passada. São 406 pessoas hoje (27) e eram 296 na última sexta-feira (20).

O titular da pasta, Geraldo Resende, aproveitou a transmissão para enviar um recado aos prefeitos e prefeitas dos municípios do Estado, já que avalia que medidas restritivas são necessárias nesse momento. “Precisamos de medidas restritivas sim, e não medidas paliativas. Precisamos de medidas restritivas de acordo com aquilo que construímos ao longo do enfrentamento”.

Sem queremos ser catastróficos […], várias cidades pioraram seus indicadores e é preciso que tenhamos medidas restritivas, como toque de recolher mais precoce e que atividades não essenciais deixem de serem feitas sob pena de reproduzirmos aqui no Estado o que se vivencia em outros estados e no Brasil afora”, alertou.

Outro dado que foi mencionado durante transmissão da SES (Secretaria Estadual de Saúde) é a taxa de contágio, que mensura a quantidade de novas infecções que serão registradas no dia seguinte, a partir de modelo estatístico. Atualmente, esse índice está ajustado em 0.99 – o que indica que atualmente a pandemia não deve crescer, mas também não está em redução expressiva.

De acordo com boletim, três vítimas eram de Campo Grande, além de uma em Ivinhema, Paranaíba e Mundo Novo. No geral, tinham entre 50 e 90 anos.

Resende ainda mencionou que vários profissionais de saúde antes convocados para a “linha de frente” – muitos estudantes de medicina, já que alguns dos médicos “mais experientes” são do grupo de risco da doença – tiveram de retornar à etapa de residência médica, o que gera um desfalque no quadro.

“Perdemos várias pessoas que não querem retornar à linha de frente. Alguns que supriram falta de colegas foram aprovados em concursos de residência médica e estão se preparando para iniciar as residências nas faculdades em todo o país”, explicou.

 

 

fonte: campograndenews
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