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Prefeitura lança Plano Municipal de Agricultura Urbana com objetivo de melhorar as condições de vida dos pequenos produtores

Cerca de 120 famílias já participam do Programa Horta Urbana e, com as melhorias, expectativa é de que este número cresça

O espaço destinado ao primeiro Núcleo Agroecológico tem 30 hectares de área – Fotógrafo Álvaro Rezende

 

 

A Prefeitura de Campo Grande lançou o Plano Municipal de Agricultura que visa regulamentar um programa já existente e estimular a transição agroecológica.

O anúncio foi feito nesta sexta-feira (06), por meio de decreto.

O Plano regulamenta o incentivo à utilização de espaços públicos e privados para o cultivo de hortas, o que já vem sendo executado pelo Programa Hortas Urbanas desde 2019.

Atualmente, o Programa conta com cerca de 120 espaços ocupados em Campo Grande.

Tendo em vista que o município tem, hoje, aproximadamente 1.500 famílias vivendo da agricultura familiar, a expectativa é de que, com a implantação do Plano, o número de pequenos produtores aumente ainda mais.

Além disto, o Plano prevê a implantação do Programa Agricultura Agroecológica, através de um processo gradual de mudança nas práticas e manejo de agroecossistemas, por exemplo, recuperando a fertilidade do solo.

O primeiro Núcleo Agroecológico será implantado ao lado do Pólo Empresarial Oeste do município, uma área com cerca de 30 hectares.

Na sequência, outros núcleos serão implantados, de acordo com a demanda e necessidade de produtores interessados.

A responsável por tocar o projeto será a secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciências e Tecnologia (Sedesc), que terá o apoio técnico da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb) e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur).

Técnicos da Sedesc ressaltam a importância da nova atividade. “As práticas agroecológicas em meio urbano deverão contemplar a melhoria das condições nutricionais e de saúde, de lazer, de saneamento, de interação comunitária, educação ambiental e patrimonial, geração de emprego e renda, e melhoria urbanística da cidade.”

Conforme o texto, o Plano também tem como objetivo fomentar a articulação agroecológico local, utilizando-se da capacitação técnica de agricultores familiares, e facilitar o acesso da população à alimentos saudáveis e de baixo custo.

Os produtos cultivados serão voltados ao consumo próprio, trocas, doações ou comercialização, aproveitando e reaproveitando, de forma eficiente e sustentável, os recursos e insumos locais.

 

fonte: correiodoestado
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